_logo
Imprensa Paulista
Principais Notícias

https://www.imprensapaulista.com.br
28/07/2017

As novas tecnologias podem em muito ajudar o ser humano a ter uma vida mais confortável , mas não se pode abrir mão de contatos e relações humanas pessoais e não perder a ternura

Leia mais

conteudo Ocultar

Brasil corre sério risco e ter uma ditadura imposta pelo capitalismo e corrupção
Data: 27/07/2017

Os esforços pessoais do presidente Temer , parece , em tese , estar dando certo , mas nem mesmo os aliados podem ter certeza da votação no dia 2 de Agosto. Nem mesmo os mais otimistas dos palacianos estão dormindo à noite devido a níveis de estresse "sem precedentes" com o tráfego de informações que explodem nas redes sociais, e com a popularidade do presidente Temer em 5% , é possível que tenhamos mais um presidente retirado do cargo por suspeitas de crimes de corrupção passiva. Segundo os procuradores da lava jato em Curitiba, a cada dia aparecem novos indicios contra muitos politicos e ex-administradores e , no dia de hoje , estão sendo especulados até mesmo o uso de bit coin , moeda da banda obscura da internet como moeda de pagamento a corrupção. Um caso atípico mas com volumes enormes de negociações com a moeda. Para tranquilizar um pouco os brasileiros , a PGR e os integrantes da força tarefa da Policia Federal garantem que é uma questão de tempo toda a quadrilha de corruptos serem posta na cadeia e com uma pena exemplar:

Leia mais

Hoje, o Brasil já está mais estável. No entanto, uma atualização recente dos relatórios dos guardiões da dark web , existem muitos politicos e organizações que estão sim envolvidas com as camadas mais obscuras da web e , receberam sim bit coin em suas trapaças de corrupção ativa na Petrobrás e das Construtoras. No Brasil politicos recebendo propinas em bit coin , mais uma novidade dentre muitas versões já desvendadas. .Ocultar

Rumores espalhados pelo WhatsApp causam a morte de 7 pessoas
Data: 26/07/2017

Se você precisava de mais alguma prova do perigo que as notícias e informações falsas compartilhadas pelas redes sociais representa, agora não precisa mais. Ontem, sete pessoas foram linchadas em dois incidentes diferentes no estado de Jharkhand, na Índia, por causa de um boato que circulou por WhatsApp na região dizendo que estranhos estavam sequestrando crianças.

As mensagens, segundo o Hindustan Times, diziam que uma "gangue de sequestradores de crianças" estava circulando pela área. "Os suspeitos sequestradores de crianças levam sedativos, injeções, spray, algodão e toalhas pequenas", dizia o texto. Mas, de acordo com o delegado superintendente da região, Aminesh Naithany, "nem um único caso de sequestro de crianças foi reportado na área". Mesmo assim, moradores de locais como Seraikela-Kharsawan e Singhbhum se armaram e ameaçaram pessoas estranhas que passavam pela região em resposta à mensagem falsa que circulava no WhatsApp. Ontem, turbas de até 500 homens atacaram e mataram sete pessoas, em duas ocasiões diferentes.

Leia mais

Relato de um sobrevivente
Uttam Verma, de 31 anos, conseguiu escapar de um dos ataques - que, no entanto, vitimou seus irmãos. Eles estavam de moto na aldeia de Nagadih quando se depararam com a estrada bloqueada por um cano e cercada por habitantes armados com arcos, machados e espadas. Um grupo os acusou de serem sequestradores de crianças. Eles exigiram ver suas identidades, mas o irmão de Uttam estava sem documentos.

"As pessoas começaram a sair de suas casas, e a turba não parava de aumentar", contou ele ao New York Times. Uttam ligou para sua casa para pedir ajuda, e seu outro irmão, Gangesh, veio para a região. Mesmo assim, a confusão continuou a aumentar, em parte porque a língua falada pelos habitantes da aldeia era diferente da que os Verma falavam.

Eventualmente, policiais chegaram à cena, mas não ajudaram os irmãos. Uttam Verma conseguiu escapar porque os policiais o prenderam e levaram-no para a delegacia; seus irmãos, contudo, foram assassinados pela turba. Segundo o superintendente da polícia local, Prashant Anand, apenas quatro policiais patrulham a área, e a turba contava com mais de 500 pessoas.

Mentiras letais
De acordo com o Times, Naithany, o delegado superintendente da região, considerou que "as turbas intencionalmente mataram" as pessoas. "Eles sabiam que estavam fazendo justiça com as próprias mãos, e, em vez de denunciar aquelas pessoas à polícia, eles os mataram", disse. Naithany reconhece que a falta de educação formal foi um dos fatores que permitiu que isso acontecesse. "Como as pessoas não são educadas, elas não conseguem diferenciar entre uma notícia verdadeira e um boato", comentou. Segundo ele, 20 pessoas que participaram dos linchamentos foram presas sob acusações de assassinato, e os policiais responsáveis pelas delegacias mais próximas das regiões dos ataques foram suspensos por negligência.Ocultar

Estudo: Instagram é rede social mais prejudicial para a saúde mental dos jovens
Data: 29/07/2017

Fotos de pessoas felizes, famosos, viagens, dietas que funcionam, alimentos saudáveis e vídeos de dança são só uma parte de todo o mundo perfeito que é construído pelos usuários do Instagram. No entanto, um estudo mostra que o aplicativo de fotos é uma das redes sociais mais prejudiciais para a saúde mental.

De acordo com o estudo “#StatusofMind”, da Royal Society for Public Health, o Instagram tem um impacto negativo grande, principalmente entre as mulheres jovens. Os pesquisadores entrevistaram 1.500 pessoas entre 16 e 24 anos sobre questões como ansiedade, depressão e imagem corporal e determinadas tendências de suas respostas. O resultado: das cinco plataformas sociais estudadas (Instagram, Snapchat, Twitter, Facebook e YouTube), o Instagram foi o mais prejudicial à saúde mental de um jovem, seguido pelo Snapchat e Facebook, enquanto o YouTube apresenta um impacto o mais positivo.

Leia mais


"O Instagram facilmente faz com que as meninas e as mulheres se sintam como se seus corpos não são bons o suficiente como das outras pessoas e adicionam filtros e editam suas fotos para que elas pareçam 'perfeitas'", afirmou uma jovem anônima que é citada na pesquisa. Os principais pontos negativos das redes sociais são:

Ansiedade e depressão

A mídia social revolucionou a maneira como nos conectamos uns com os outros, porém, muitos jovens nunca conheceram um mundo sem acesso à Internet. Acredita-se que a dependência de mídias sociais afete cerca de 5% dos jovens, sendo descrita como mais viciante do que o cigarro e o álcool. Os jovens mais viciados nas redes sociais chegam a gastar mais de duas horas por dia com o Facebook, Twitter ou Instagram e são mais propensos a sofrerem problemas psicológicos. De acordo com o levantamento, um em cada seis jovens sofrerá um transtorno de ansiedade em algum momento de suas vidas e as taxas identificadas de ansiedade e depressão em jovens aumentaram 70% em relação ao passado. Ao se depararem com falsas realidades nas redes sociais, os jovens sofrem de baixa autoestima e busca do perfeccionismo.

Sono

O sono e a saúde mental estão fortemente ligados, como os jovens passam muito tempo nas redes sociais a ponto de dormirem mais tarde e perderem qualidade do sono por conta dos dispositivos eletrônicos, estão mais propensos a apresentarem sintomas, como pressão alta, diabetes, obesidade, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e depressão. O relatório mostra que um em cada cinco jovens afirmam acordar durante a noite para verificar mensagens nas mídias sociais. Autoimagem A imagem corporal é um problema para muitos jovens: cerca de nove em cada dez adolescentes dizem que estão descontentes com o próprio corpo. As imagens publicadas nas redes sociais levam os jovens a fazerem comparações baseadas na aparência. Estudos mostram que as mulheres que usam as redes sociais têm maiores preocupações com o corpo do que aquelas que não acessam as mídias. Além disso, houve um aumento no interesse de jovens por cirurgia plástica nos últimos anos: cerca de 70% das pessoas entre 18 e 24 anos considerariam passar por um procedimento cirúrgico estético.

Cyberbullying

A ascensão das mídias sociais fez com que crianças e jovens estivessem em contato constante entre si. Embora grande parte dessa interação seja positiva, ela também apresenta oportunidades para a prática de cyberbullying. Sete em cada 10 jovens já sofreram cyberbullying, com 37% dos jovens afirmando que são vítimas de assédio cibernético frequentemente. Medo de estar “por fora” O conceito “Fear of Missing Out” ou “medo de perder alguma coisa” é recente, mas se tornou muito comum nas redes sociais: é basicamente o receio de não ser popular e a necessidade de estar conectado o tempo todo para saber o que as outras pessoas estão fazendo. Para enfrentar o problema, a Royal Society for Public Health pediu que as plataformas de mídia social tomem medidas para ajudar a combater os sentimentos de inadequação e ansiedade dos jovens usuários, colocando um aviso sobre imagens que foram manipuladas digitalmente ou avisando quando a pessoa já está conectada há muito tempo.Ocultar

SSL
© TIC Online -Todos os direitos reservados
Contato: (61) 99101-1010
Copyrigth 2017 imp.p